sábado, 2 de junho de 2018

A menina sem palavra, de Mia Couto


Quem me conhece sabe que sou apaixonada pelo escritor moçambicano Mia Couto. Aliás, já disse uma vez que existem duas Anas: antes de ler Terra Sonâmbula e depois de ler Terra Sonâmbula. Sua prosa poética cativou meus sentidos desde as primeiras páginas, desde o primeiro contato com Muidinga, o velho Tuahir e o Kindzu.

No post de hoje, quero compartilhar com vocês a minha última leitura: A menina sem palavra, um livro que seleciona alguns contos de Mia, tendo a infância como fio condutor. As dezessete narrativas que compõem a obra trazem um misto de realidade e fantasia, tão presentes na prosa do escritor moçambicano. Dentre os textos, os que mais gostei são: O dia em que explodiu Mabata-bata, A menina do futuro torcido e, claro, A menina sem palavra.

Uma leitura de metrô que me acompanhou durante uma semana. Não preciso dizer que deixou as minhas idas e vindas ao trabalho muito mais poéticas. 

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